FESTAS: Vale Madeira honra S. Sebastião dias 12 e 13 de agosto

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A paróquia de Vale Madeira vai honrar o seu padroeiro, S. Sebastião, nos dias 12 e 13 de agosto.

Do programa religioso, consta:

No dia 12, sexta-feira, procissão de velas às 21hoo.

No dia 13, sábado, Eucaristia solene seguida de procissão às 10h30.

O programa cultural da festa contempla actividades de convívio e prolonga-se até dia 14.

SÃO SEBASTIÃO

São Sebastião nasceu na cidade de Narbona, na França, em 256 d.C. O seu nome de origem grega, Sebastós, significa divino, venerável. Ainda pequeno, a sua família mudou-se para Milão, na Itália, onde cresceu e estudou. Sebastião optou por seguir a carreira militar de seu pai.

No exército romano, chegou a ser Capitão da 1ª da guarda pretoriana. Esse cargo só era ocupado por pessoas ilustres, dignas e corretas. Sebastião era muito dedicado à carreira, tendo o reconhecimento dos amigos e até mesmo do imperador romano, Maximiano. Na época, o império romano era governado por Diocleciano, no oriente, e por Maximiano, no ocidente. Maximiano não sabia que Sebastião era cristão. Não sabia também que Sebastião,  sem deixar de cumprir seus deveres militares, não participava dos martírios nem das manifestações de idolatria dos romanos.

Por isso, São Sebastião é conhecido por ter servido a dois exércitos: o de Roma e o de Cristo. Sempre que conseguia uma oportunidade, visitava os cristãos presos, levava uma ajuda aos que estavam doentes e aos que precisavam.

Martírio de São Sebastião

Ao tomar conhecimento de cristãos infiltrados no exército romano, Maximiano realizou-lhes uma caça. Denunciado por um soldado, o imperador sentiu-se traído e mandou que Sebastião renunciasse à sua fé em Jesus Cristo. Sebastião se negou a fazer esta renúncia. Por isso, Maximiano mandou que ele fosse morto para servir de exemplo a outros. ordenou que tivesse uma morte cruel diante de todos. Assim, os arqueiros receberam ordens para matarem-no com flechas. Eles tiraram as suas roupas, amarraram-no num poste no estádio de Palatino e lançaram as flechas sobre ele. Ferido, deixaram que ele sangrasse até morrer.

Irene, uma cristã devota, e um grupo de amigos, foram ao local e, surpreendidos, viram que Sebastião continuava vivo. Levaram-no dali e esconderam-no na casa de Irene que cuidou de seus ferimentos.

Depois de curado, Sebastião continuou evangelizando e apresentou-se ao imperador Maximiano, que não atendeu ao seu pedido. Sebastião insistia para que ele parasse de perseguir e matar os cristãos. Desta vez o imperador mandou que o açoitassem até morrer e depois fosse jogado numa fossa, para que nenhum cristão o encontrasse. Porém, após sua morte, São Sebastião apareceu a Lucina, uma cristã, e disse que ela encontraria o seu corpo pendurado num poço. Ele pediu para ser enterrado nas catacumbas junto dos apóstolos.

Alguns autores acreditam que Sebastião foi enterrado no jardim da casa de Lucina, na Via Ápia, onde se encontra a sua Basílica.